IMPRENSA

08Jul2015

Cirurgia híbrida coloca o SinoBrasileiro entre os melhores da área cardíaca



O SinoBrasileiro Hospital e Maternidade realizou em maio último a primeira cirurgia cardíaca híbrida da cidade de Osasco. Trata-se de um procedimento de alta complexidade, que coloca o SinoBrasileiro como o único hospital da região capacitado a realizar esse tipo de intervenção. Há dez anos atuando como centro de excelência, o SinoBrasileiro passa a figurar agora ao lado dos principais estabelecimentos hospitalares do país nesta área.

Responsável pela cirurgia, o médico Élcio Pires Junior, coordenador dos Serviços de Cirurgia Cardiovascular, Cardiologia e Terapia Intensiva, diz que a operação foi possível graças à “capacitação do corpo clínico, estrutura física de alto padrão e aparelhagem compatível do hospital, tanto na realização de diagnósticos como no suporte intensivo e básico”.

Segundo sua avaliação, “poucos hospitais brasileiros podem realizar esse tipo de operação e nós, do SinoBrasileiro, estamos aptos a fazer intervenções como esta, de grande porte”. Alto risco

A cirurgia cardíaca híbrida, realizada no Centro Cirúrgico do hospital, consistiu na correção de um aneurisma - dilatação anormal de um vaso sanguíneo - na região torácica da aorta. O problema foi causado pela falha estrutural na parede da artéria. Ao chegar ao hospital, o paciente de 61 anos apresentava pressão baixa e queixava-se de dores no tórax e nas costas. O diagnóstico revelou um aneurisma sacular de 8 centímetros de diâmetro com ruptura, um quadro de alto risco, que obrigou o paciente à cirurgia de urgência.

A técnica híbrida adotada pelo dr. Élcio e pela equipe do SinoBrasileiro mescla a cirurgia convencional – abertura do tórax (externotomia) e revascularização das artérias que irrigam a cabeça e os membros superiores - com a endova scular, menos invasiva, representada pela dissecação da artéria femural e introdução de stent específico, com 34 milímetros de diâmetro. Todo o processo pré-operatório, que incluiu o diagnóstico fechado, durou dez horas.

A cirurgia promoveu a correção completa do aneurisma e da ruptura. “Devido à complexidade da cirurgia, o paciente precisou permanecer internado por 90 dias”, explica o dr. Élcio, que acumula oito anos de experiência com esse tipo de intervenção, tendo integrado a equipe do dr. Noedir Stolf, um dos maiores nomes da cirurgia cardíaca do país.